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Saúde e Proteção

Vou viajar, mas meu bebê ainda não pode ser vacinado. E agora?

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Saúde e Proteção
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Quando as férias se aproximam ou há um feriado à vista, muitas famílias começam a planejar o destino dos passeios com as crianças. Ambientes campestres e de natureza abundante são sempre bem-vindos para aproveitar a energia dos pequenos, mas essa escolha requer alguns cuidados com aqueles que ainda não podem ser vacinados contra doenças transmitidas por mosquitos, como a febre amarela, ou mesmo no caso de enfermidades para as quais ainda não existem vacinas aprovadas, como zika e chikungunya. Em relação à febre amarela, por exemplo, a vacinação é indicada apenas para crianças maiores de 9 meses. A partir dos 6 meses, contudo, a imunização pode ser autorizada em caráter especial pelo pediatra, de acordo com a região em que o bebê reside. Aliás, antes dos 6 meses de vida, o bebê não pode nem mesmo receber repelentes de insetos sobre sua pele. Por isso, é necessário encontrar alternativas para afastá-lo dos mosquitos.

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Manter as crianças pequenas em ambientes protegidos por telas e mosquiteiros que apresentem poros menores que 1,5 mm é uma medida importante. Além disso, vale deixar as portas e janelas fechadas durante o nascer e o pôr do sol, momentos do dia em que os mosquitos tendem a se mostrar mais ativos.

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Apostar em outras barreiras físicas, como o uso de calças e de blusas de mangas compridas, com punho, também pode ajudar a proteger os pequenos das picadas. Além disso, é possível utilizar repelentes elétricos que liberam inseticidas nas proximidades de janelas e portas. Essa medida pode reduzir a entrada dos mosquitos no ambiente, mas é preciso evitar as versões com repelentes líquidos, que podem ser retiradas da tomada e ingeridas pelas crianças.

Vale lembrar que a aplicação de repelentes sobre a pele requer cuidados mesmo entre as crianças que já podem utilizar o produto. O IR3535 e a Icaridina são repelentes seguros e eficazes contra as picadas de vetores transmissores de doenças de impacto significativo para a saúde do ser humano, como por exemplo a dengue, zika, chikungunya e a febre amarela. Estes dois repelentes (IR3535 e Icaridina) podem ser usados em crianças acima de 6 meses, adolescentes e adultos, podendo ser ainda utilizados em gestantes.

O DEET só pode ser usado em crianças acima de 2 anos de idade, podendo também ser usado em gestantes. Os produtos à base de DEET têm duração de ação de aproximadamente 2 a 5 horas, dependendo da sua concentração. Os produtos à base de IR3535 duram cerca de 4 horas após a sua aplicação. Os produtos à base de Icaridina têm duração de ação de 5 a 10 horas, dependendo da concentração utilizada (10% ou 20%).

E, já que estamos falando de passeios e lazer, anote uma dica importante para aproveitar esses momentos ao ar livre com mais segurança: muitos repelentes podem interferir na ação dos protetores solares. Por isso, após aplicar esses produtos, é preciso esperar pelo menos 20 minutos para utilizar o repelente escolhido. Depois, é só curtir os dias de descanso com os pequenos!

Referência:

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. DC de Dermatologia publica documento sobre repelentes e medidas protetoras contra insetos. 09/06/2020. Acesso em: 30/09/2020 https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/dc-de-dermatologia-publica-documento-sobre-repelentes-e-medidas-protetoras-contra-insetos

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Por isso, os visitantes devem estar atentos a alguns cuidados para preservar a saúde do pequeno. Confira aqui algumas regrinhas básicas para fazer desta visita tão esperada uma experiência inesquecível:

A atividade física é fundamental para o crescimento e desenvolvimento saudável das crianças. A prática regular de esportes e exercícios físicos contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, porque ajuda a aumentar o número de linfócitos, um dos diversos tipos de células de defesa do organismo. Conhecidos por glóbulos brancos, eles destroem as células defeituosas, como as células tumorais ou infectadas por vírus.
 
Embora o estímulo à prática de atividades físicas seja importante, os pais não devem impor sua preferência esportiva aos filhos. O ideal é incentivar as crianças a experimentar diferentes modalidades para descobrirem o que mais gostam de fazer! Atividades agradáveis e seguras como caminhar, andar de bicicleta, nadar, jogos e brincadeiras coletivas, são boas opções que contribuem para melhorar o aspecto físico, emocional e social da criança.

Muito se fala sobre os benefícios da amamentação para a saúde do bebê e da própria mãe. Realmente, as mamadas estimulam o sistema imunológico da criança, diminuindo o risco de doenças importantes, como pneumonia, otites, alergias, desnutrição e problemas gastrointestinais. O ato de mamar também estimula as funções de mastigação, deglutição, respiração e articulação dos sons da fala¹. Mas os benefícios não param por aí. Há, também, um forte aspecto afetivo envolvido no aleitamento materno, que proporciona ao bebê uma experiência carregada de segurança emocional.

Quando o assunto é imunidade infantil, dormir bem é tão importante quanto alimentar-se de forma equilibrada e praticar atividades físicas compatíveis com a idade. É durante o descanso que o corpo libera o hormônio do crescimento e o cérebro assimila tudo aquilo que a criança vivenciou durante o dia, favorecendo o aprendizado e a memória.

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