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Saúde e Proteção

Visitando um recém-nascido: regrinhas básicas

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Saúde e Proteção
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Compartilhar com a família a emoção do nascimento de uma criança é sempre um momento especial.  Mas parentes e amigos devem tomar alguns cuidados na hora de visitar o recém-nascido, porque a fragilidade de seu organismo pode deixar o bebê exposto a infecções.
Por isso, os visitantes devem estar atentos a alguns cuidados para preservar a saúde do pequeno. Confira aqui algumas regrinhas básicas para fazer desta visita tão esperada uma experiência inesquecível:

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Seja breve
O nascimento de uma criança exige um período de adaptação da família. Neste caso o ideal é telefonar antes de aparecer para não criar uma situação desagradável. Também não fique muito tempo para não atrapalhar a rotina familiar. 

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Se estiver doente, cancele a visita
Por mais que anseie conhecer o bebê, não faça uma visita se estiver doente, até mesmo um leve resfriado. Mesmo que mantenha distância do recém-nascido, você pode transmitir a enfermidade ao falar, espirrar e tossir. Portanto é melhor esperar se recuperar.

Não use perfume ou fume
Evite expor o recém-nascido a odores desnecessários. Além de ter o olfato sensível, o bebê pode ter uma alergia, que você não sabe. Também não fume antes ou durante a visita.

Pegar no colo, só com autorização
Consulte os pais antes de pegar a criança no colo. Se eles permitirem, passe álcool em gel ou lave as mãos com água e sabão antes de segurar o bebê. Relógios e pulseiras podem machucar o recém-nascido. As roupas vindas da rua também podem conter poeira ou sujeira, evite que o bebê tenha contato direto com elas, procure utilizar um protetor.

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Nada de beijos
Embora expresse ternura, o beijo pode ser uma forma de contágio de doenças como gripe e resfriados, já que os micro-organismos se escondem nas gotículas de saliva. Por isso, evite beijar o recém-nascido no rosto. Também não dê beijos nas mãozinhas, porque o bebê pode colocá-las na boca.

Sem flash
Não tire fotografias com flash para não expor a criança a luzes fortes. Só publique as imagens nas redes sociais com a autorização dos pais.

Amamentação
Mãe e bebê devem ser deixados sozinhos na hora da mamada para evitar constrangimentos.

Referência:

Sociedade de Pediatria do Rio grande do sul. Pediatras dão dicas básicas de comportamento para visitar recém-nascidos. Acesso em: 30/09/2020. https://www.sprs.com.br/sprs2013/noticias/detalhe.php?id=23&detalhe=497

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Cadeirinha no carro: qual é a escolha mais segura? Já faz 10 anos que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a resolução que regulamenta o transporte das crianças menores de 10 anos nos veículos. Foi então que os assentos infantis começaram a chamar a atenção e se tornaram parte do enxoval das famílias. Mas, ainda hoje, muitos pais demonstram dúvidas sobre os modelos mais adequados para cada idade. E outros até mesmo questionam a necessidade desses artigos no carro. Os números sobre acidentes de trânsito envolvendo crianças no Brasil reforçam o quanto o transporte dos pequenos deve ser tratado com seriedade. Entre as mortes de menores de 14 anos por acidente, os episódios relacionados ao trânsito são os mais frequentes, segundo dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus). Nesse contexto, o uso de assentos infantis constitui uma medida de segurança importante. Eles podem evitar, por exemplo, que a criança seja arremessada do carro no caso de uma colisão.

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Você sabia que os acidentes representam a principal causa de morte em crianças de 1 a 14 anos no Brasil? Todos os anos, por causa desse problema, quase 4 mil mortes e 120 mil hospitalizações são registradas no País nessa faixa etária, segundo dados do Ministério da Saúde. E mais: cerca de 90% desses acidentes poderiam ser evitados a partir de medidas preventivas. Afinal, muitas dessas ocorrências se dão na própria casa da família, lugar onde a criança deveria ter liberdade para circular, explorar e se desenvolver com segurança.
Então, vale a reflexão: como equilibrar a necessidade de autonomia das crianças com o risco de exposição a situações de risco? Em primeiro lugar, é importante lembrar que o ambiente precisa estar preparado para a chegada de uma criança com curiosidade aguçada e natureza investigadora, aventureira. Mas esses pequenos também têm, é claro, uma percepção limitada sobre o ambiente onde estão e os potenciais perigos que ali se encontram, o que favorece os acidentes.

O corpo possui um sistema de defesa contra agentes causadores de doenças, como vírus, bactérias e fungos. Ao nascer, o bebê é protegido contra as infecções pela imunidade inata, um sistema que protege o corpo de uma forma genérica. À medida que cresce, a criança desenvolve a imunidade adquirida, um sistema de defesa mais complexo, capaz de produzir vários tipos de anticorpos, células e mecanismos de proteção mais específicos.
A imunidade adquirida se fortalece sempre que o corpo entra em contato com um micro-organismo diferente. Desta forma, o sistema imunológico aprende a identificar as características de cada agente invasor e a criar anticorpos específicos contra esses microrganismos. Em geral, o sistema imunológico da criança já está bem desenvolvido por volta dos sete anos¹.

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