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Saúde e Proteção

Esporte, um grande aliado da imunidade infantil

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Saúde e Proteção
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A atividade física é fundamental para o crescimento e desenvolvimento saudável das crianças. A prática regular de esportes e exercícios físicos contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, porque ajuda a aumentar o número de linfócitos, um dos diversos tipos de células de defesa do organismo. Conhecidos por glóbulos brancos, eles destroem as células defeituosas, como as células tumorais ou infectadas por vírus.
 
Embora o estímulo à prática de atividades físicas seja importante, os pais não devem impor sua preferência esportiva aos filhos. O ideal é incentivar as crianças a experimentar diferentes modalidades para descobrirem o que mais gostam de fazer! Atividades agradáveis e seguras como caminhar, andar de bicicleta, nadar, jogos e brincadeiras coletivas, são boas opções que contribuem para melhorar o aspecto físico, emocional e social da criança.

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E não se esqueça de passar o protetor solar antes que a criança comece a brincar ao ar livre. A aplicação deve ser renovada a cada duas horas.

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Confira agora as atividades recomendadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) de acordo com a faixa etária:
Até os 2 anos - os bebês devem ser incentivados a serem ativos, mesmo que por curtos períodos, várias vezes ao dia. Os que ainda não começaram a engatinhar devem ser encorajados a alcançar, segurar, puxar e empurrar objetos, mover a cabeça, o corpo e os membros todos os dias. Quando começam a engatinhar, eles precisam ser estimulados a se movimentar em ambientes seguros, sob supervisão de um adulto. Crianças que andam sozinhas devem acumular pelo menos 180 minutos de atividade física durante o dia. Essa atividade inclui ficar de pé, mover-se, rolar, brincar, saltar, pular e correr.
Nesta faixa-etária, recomenda-se que o bebê não seja exposto à televisão, tablet, celular e quaisquer outros jogos eletrônicos.

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Dos 3 aos 5 anos – as crianças devem praticar, no mínimo, 180 minutos de atividade física por dia. Algumas boas opções para esta faixa-etária são andar de bicicleta, atividades com bola e de recreação. A partir dos três anos de idade, a criança pode ser incentivada à prática de atividades físicas estruturadas como natação, danças, lutas, esportes coletivos, entre outras.

A partir dos três anos, os comportamentos sedentários devem ser evitados. A SBP recomenda que o tempo em frente às telas seja limitado a duas horas por dia.

A partir dos 6 anos – recomenda-se, pelo menos, 60 minutos diários de atividades físicas de intensidade moderada a vigorosa, tais como pedalar, nadar, brincar no playground, correr, saltar e outras atividades que tenham, no mínimo, a intensidade de uma caminhada. As crianças também podem ser estimuladas a praticar atividades não estruturadas que incluam saltos e brincadeiras de empurrar e puxar.

Assim como para crianças de 3 a 5 anos de idade, os comportamentos sedentários devem ser evitados. A SBP recomenda que o tempo em frente às telas seja limitado a duas horas por dia. A exceção é quando a criança precisa utilizar o computador para a realização de tarefas escolares.
 
Fonte: Promoção da Atividade Física na Infância e Adolescência. Manual de Orientação Grupo de Trabalho em Atividade Física. Sociedade Brasileira de Pediatria.

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Cadeirinha no carro: qual é a escolha mais segura? Já faz 10 anos que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a resolução que regulamenta o transporte das crianças menores de 10 anos nos veículos. Foi então que os assentos infantis começaram a chamar a atenção e se tornaram parte do enxoval das famílias. Mas, ainda hoje, muitos pais demonstram dúvidas sobre os modelos mais adequados para cada idade. E outros até mesmo questionam a necessidade desses artigos no carro. Os números sobre acidentes de trânsito envolvendo crianças no Brasil reforçam o quanto o transporte dos pequenos deve ser tratado com seriedade. Entre as mortes de menores de 14 anos por acidente, os episódios relacionados ao trânsito são os mais frequentes, segundo dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus). Nesse contexto, o uso de assentos infantis constitui uma medida de segurança importante. Eles podem evitar, por exemplo, que a criança seja arremessada do carro no caso de uma colisão.

Sete passos para evitar acidentes domésticos com as crianças

Você sabia que os acidentes representam a principal causa de morte em crianças de 1 a 14 anos no Brasil? Todos os anos, por causa desse problema, quase 4 mil mortes e 120 mil hospitalizações são registradas no País nessa faixa etária, segundo dados do Ministério da Saúde. E mais: cerca de 90% desses acidentes poderiam ser evitados a partir de medidas preventivas. Afinal, muitas dessas ocorrências se dão na própria casa da família, lugar onde a criança deveria ter liberdade para circular, explorar e se desenvolver com segurança.
Então, vale a reflexão: como equilibrar a necessidade de autonomia das crianças com o risco de exposição a situações de risco? Em primeiro lugar, é importante lembrar que o ambiente precisa estar preparado para a chegada de uma criança com curiosidade aguçada e natureza investigadora, aventureira. Mas esses pequenos também têm, é claro, uma percepção limitada sobre o ambiente onde estão e os potenciais perigos que ali se encontram, o que favorece os acidentes.

O corpo possui um sistema de defesa contra agentes causadores de doenças, como vírus, bactérias e fungos. Ao nascer, o bebê é protegido contra as infecções pela imunidade inata, um sistema que protege o corpo de uma forma genérica. À medida que cresce, a criança desenvolve a imunidade adquirida, um sistema de defesa mais complexo, capaz de produzir vários tipos de anticorpos, células e mecanismos de proteção mais específicos.
A imunidade adquirida se fortalece sempre que o corpo entra em contato com um micro-organismo diferente. Desta forma, o sistema imunológico aprende a identificar as características de cada agente invasor e a criar anticorpos específicos contra esses microrganismos. Em geral, o sistema imunológico da criança já está bem desenvolvido por volta dos sete anos¹.

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