Enable JavaScript to visit this website.
Saúde e Proteção

Escolhendo a cadeirinha do carro

Seção: 
Saúde e Proteção
Body top: 

Cadeirinha no carro: qual é a escolha mais segura? Já faz 10 anos que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a resolução que regulamenta o transporte das crianças menores de 10 anos nos veículos. Foi então que os assentos infantis começaram a chamar a atenção e se tornaram parte do enxoval das famílias. Mas, ainda hoje, muitos pais demonstram dúvidas sobre os modelos mais adequados para cada idade. E outros até mesmo questionam a necessidade desses artigos no carro. Os números sobre acidentes de trânsito envolvendo crianças no Brasil reforçam o quanto o transporte dos pequenos deve ser tratado com seriedade. Entre as mortes de menores de 14 anos por acidente, os episódios relacionados ao trânsito são os mais frequentes, segundo dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus). Nesse contexto, o uso de assentos infantis constitui uma medida de segurança importante. Eles podem evitar, por exemplo, que a criança seja arremessada do carro no caso de uma colisão.

Content image: 
Text overlapping image: 

Para aumentar a proteção, é preciso observar aspectos essenciais na escolha do assento. O dispositivo deve ser adequado à idade, à altura e ao peso da criança, além de ter o selo de controle do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Também é importante testar o acessório antes de efetuar a compra, para saber se a criança se sentirá confortável e se o artigo é adequado ao carro da família. Aproveite, ainda, para ler o manual de instruções e fazer revisões periódicas, checando se o dispositivo está bem preso e adequadamente instalado. Ele nunca deverá ser utilizado no banco da frente, por exemplo.

Body text below image: 

Por fim, tenha em mente que as regras de segurança para as crianças nos veículos da família devem ser seguidas à risca: seu filho jamais deve ser transportado no colo, nem mesmo em trajetos bem curtos, dentro do próprio bairro. Para garantir um percurso mais tranquilo e seguro, confira abaixo as indicações de transporte para cada faixa etária. E aproveite, sem preocupação, a alegria dos passeios em família!

Bottom - Subtitle Body: 

Até 1 ano de idade – Bebê Conforto
• É necessário usar o bebê-conforto em formato de concha, desde a saída da maternidade.
• Atende crianças até atingirem o 1 ano de idade ou peso máximo indicado pelo fabricante.
• O dispositivo deve ser colocado no banco de trás, de costas para o painel, no meio do banco;
• O Contran indica que a peça fique levemente inclinada, formando um ângulo de 45º, para que a cabeça, o pescoço e a coluna do bebê fiquem alinhados.

De 1 a 4 ou 5 anos (de 11 a 25 Kg) – Cadeirinha
• Para essa faixa etária e peso indicado pelo fabricante é usada a cadeirinha.
• Deve possuir sistema de retenção de cinco pontos (como nos cintos de segurança dos carros de corrida), o que distribui melhor a energia do impacto em caso de colisão;
• Deve ser instalado no meio do banco de trás, mas agora de frente para o painel.
• O cinto de segurança do carro prende a cadeirinha, que tem um cinto para a criança.
• O cinto precisa passar pelos ombros e quadril da criança, sem pressionar regiões mais frágeis, como barriga e pescoço.


De 6 a 10 anos - assento de elevação, ou booster
• Serve para que a criança, sentada, fique mais alta. Assim, o cinto de segurança do carro passará nas partes do corpo que são capazes de suportar o impacto de uma colisão ou freada brusca (quadril, centro do peito e meio do ombro).
•  Acomoda crianças de 22 kg a 36 kg ou peso indicado pelo fabricante, com altura inferior a 1,45 m
• Usa-se o próprio cinto de segurança de três pontos do carro, passando pelo peito e coxa da criança.
• Crianças maiores de 7,5 anos podem ser dispensadas no booster, mas devem ficar sempre no banco traseiro.
Apenas a partir dos 10 anos e com mais de 1,45 m de altura as crianças podem ser transportadas no banco dianteiro.
O cinto de segurança, para todos ocupantes do veículo, tanto no banco da frente, como no de atrás é obrigatório sempre!

Referência:

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Segurança na viagem com crianças. Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente. Acesso em: 30/09/2020 https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/prevencao-de-acidentes/seguranca-na-viagem-com-criancas

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. SBP orienta pediatras sobre a segurança de crianças e adolescentes em veículos automotores. 19/07/2019. Acesso em: 30/09/2020 https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/sbp-orienta-pediatras-sobre-a-seguranca-de-criancas-e-adolescentes-em-veiculos-automotores

Matérias
Relacionadas

Quando as férias se aproximam ou há um feriado à vista, muitas famílias começam a planejar o destino dos passeios com as crianças. Ambientes campestres e de natureza abundante são sempre bem-vindos para aproveitar a energia dos pequenos, mas essa escolha requer alguns cuidados com aqueles que ainda não podem ser vacinados contra doenças transmitidas por mosquitos, como a febre amarela, ou mesmo no caso de enfermidades para as quais ainda não existem vacinas aprovadas, como zika e chikungunya. Em relação à febre amarela, por exemplo, a vacinação é indicada apenas para crianças maiores de 9 meses. A partir dos 6 meses, contudo, a imunização pode ser autorizada em caráter especial pelo pediatra, de acordo com a região em que o bebê reside. Aliás, antes dos 6 meses de vida, o bebê não pode nem mesmo receber repelentes de insetos sobre sua pele. Por isso, é necessário encontrar alternativas para afastá-lo dos mosquitos.

Sete passos para evitar acidentes domésticos com as crianças

Você sabia que os acidentes representam a principal causa de morte em crianças de 1 a 14 anos no Brasil? Todos os anos, por causa desse problema, quase 4 mil mortes e 120 mil hospitalizações são registradas no País nessa faixa etária, segundo dados do Ministério da Saúde. E mais: cerca de 90% desses acidentes poderiam ser evitados a partir de medidas preventivas. Afinal, muitas dessas ocorrências se dão na própria casa da família, lugar onde a criança deveria ter liberdade para circular, explorar e se desenvolver com segurança.
Então, vale a reflexão: como equilibrar a necessidade de autonomia das crianças com o risco de exposição a situações de risco? Em primeiro lugar, é importante lembrar que o ambiente precisa estar preparado para a chegada de uma criança com curiosidade aguçada e natureza investigadora, aventureira. Mas esses pequenos também têm, é claro, uma percepção limitada sobre o ambiente onde estão e os potenciais perigos que ali se encontram, o que favorece os acidentes.

O corpo possui um sistema de defesa contra agentes causadores de doenças, como vírus, bactérias e fungos. Ao nascer, o bebê é protegido contra as infecções pela imunidade inata, um sistema que protege o corpo de uma forma genérica. À medida que cresce, a criança desenvolve a imunidade adquirida, um sistema de defesa mais complexo, capaz de produzir vários tipos de anticorpos, células e mecanismos de proteção mais específicos.
A imunidade adquirida se fortalece sempre que o corpo entra em contato com um micro-organismo diferente. Desta forma, o sistema imunológico aprende a identificar as características de cada agente invasor e a criar anticorpos específicos contra esses microrganismos. Em geral, o sistema imunológico da criança já está bem desenvolvido por volta dos sete anos¹.

Quando nasce, o bebê ainda possui o sistema imunológico muito imaturo. O leite materno, além de ser uma excelente fonte de nutrientes, ajuda a proteger os pequenos contra infecções, já que por meio da amamentação, eles recebem os anticorpos que a mãe produziu ao longo de sua vida¹. O colostro, primeiro leite produzido no pós-parto, oferece todos os nutrientes necessários que o bebê precisa, além de proteger contra infecções respiratórias, diarreias, alergias, otites e outras doenças na infância. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os bebês recebam exclusivamente o leite materno até os seis meses de idade².

Matérias
Relacionadas

Quando as férias se aproximam ou há um feriado à vista, muitas famílias começam a planejar o destino dos passeios com as crianças. Ambientes campestres e de natureza abundante são sempre bem-vindos para aproveitar a energia dos pequenos, mas essa escolha requer alguns cuidados com aqueles que ainda não podem ser vacinados contra doenças transmitidas por mosquitos, como a febre amarela, ou mesmo no caso de enfermidades para as quais ainda não existem vacinas aprovadas, como zika e chikungunya. Em relação à febre amarela, por exemplo, a vacinação é indicada apenas para crianças maiores de 9 meses. A partir dos 6 meses, contudo, a imunização pode ser autorizada em caráter especial pelo pediatra, de acordo com a região em que o bebê reside. Aliás, antes dos 6 meses de vida, o bebê não pode nem mesmo receber repelentes de insetos sobre sua pele. Por isso, é necessário encontrar alternativas para afastá-lo dos mosquitos.

Sete passos para evitar acidentes domésticos com as crianças

Você sabia que os acidentes representam a principal causa de morte em crianças de 1 a 14 anos no Brasil? Todos os anos, por causa desse problema, quase 4 mil mortes e 120 mil hospitalizações são registradas no País nessa faixa etária, segundo dados do Ministério da Saúde. E mais: cerca de 90% desses acidentes poderiam ser evitados a partir de medidas preventivas. Afinal, muitas dessas ocorrências se dão na própria casa da família, lugar onde a criança deveria ter liberdade para circular, explorar e se desenvolver com segurança.
Então, vale a reflexão: como equilibrar a necessidade de autonomia das crianças com o risco de exposição a situações de risco? Em primeiro lugar, é importante lembrar que o ambiente precisa estar preparado para a chegada de uma criança com curiosidade aguçada e natureza investigadora, aventureira. Mas esses pequenos também têm, é claro, uma percepção limitada sobre o ambiente onde estão e os potenciais perigos que ali se encontram, o que favorece os acidentes.

O corpo possui um sistema de defesa contra agentes causadores de doenças, como vírus, bactérias e fungos. Ao nascer, o bebê é protegido contra as infecções pela imunidade inata, um sistema que protege o corpo de uma forma genérica. À medida que cresce, a criança desenvolve a imunidade adquirida, um sistema de defesa mais complexo, capaz de produzir vários tipos de anticorpos, células e mecanismos de proteção mais específicos.
A imunidade adquirida se fortalece sempre que o corpo entra em contato com um micro-organismo diferente. Desta forma, o sistema imunológico aprende a identificar as características de cada agente invasor e a criar anticorpos específicos contra esses microrganismos. Em geral, o sistema imunológico da criança já está bem desenvolvido por volta dos sete anos¹.

Quando nasce, o bebê ainda possui o sistema imunológico muito imaturo. O leite materno, além de ser uma excelente fonte de nutrientes, ajuda a proteger os pequenos contra infecções, já que por meio da amamentação, eles recebem os anticorpos que a mãe produziu ao longo de sua vida¹. O colostro, primeiro leite produzido no pós-parto, oferece todos os nutrientes necessários que o bebê precisa, além de proteger contra infecções respiratórias, diarreias, alergias, otites e outras doenças na infância. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os bebês recebam exclusivamente o leite materno até os seis meses de idade².

siga-nos