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Saúde e Proteção

Como fortalecer a imunidade de seu filho

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Saúde e Proteção
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O corpo possui um sistema de defesa contra agentes causadores de doenças, como vírus, bactérias e fungos. Ao nascer, o bebê é protegido contra as infecções pela imunidade inata, um sistema que protege o corpo de uma forma genérica. À medida que cresce, a criança desenvolve a imunidade adquirida, um sistema de defesa mais complexo, capaz de produzir vários tipos de anticorpos, células e mecanismos de proteção mais específicos.
A imunidade adquirida se fortalece sempre que o corpo entra em contato com um micro-organismo diferente. Desta forma, o sistema imunológico aprende a identificar as características de cada agente invasor e a criar anticorpos específicos contra esses microrganismos. Em geral, o sistema imunológico da criança já está bem desenvolvido por volta dos sete anos¹.

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Durante a gestação, a mãe passa os seus anticorpos para o feto, por meio da placenta e do cordão umbilical. Esse processo continua com a amamentação. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o leite materno seja o único alimento do bebê até os seis meses de idade. A partir deste período, a amamentação deve ser complementada por alimentos sólidos de forma progressiva em textura e frequência, até os dois anos ou mais².

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Além de contribuir para o crescimento e desenvolvimento, a alimentação saudável fortalece o sistema imunológico da criança, prevenindo anemia, obesidade e doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão e diabetes. Os pais devem incentivar seus filhos a consumir frutas, verduras e legumes, oferecendo uma alimentação variada, rica em vitaminas, cálcio, ferro e outros nutrientes importantes para essa fase da vida (saiba mais aqui sobre os alimentos que favorecem a imunidade infantil)³.
A qualidade do sono tem grande influência na consolidação da imunidade infantil. Durante o descanso, o organismo libera o hormônio do crescimento e produz uma grande quantidade de elementos relacionados à produção de anticorpos. A falta de sono aumenta as substâncias inflamatórias no organismo, prejudicando a ação das células de defesa, encarregadas de combater as infecções.

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Cuidados como lavar as mãos, a limpeza do corpo e a escovação regular dos dentes após as refeições são essenciais para manter a saúde da criança. Porém, os pais devem estimular brincadeiras ao ar livre, com a terra e com os animais de estimação. Essas atividades são importantes porque colocam as crianças em contato com vários micro-organismos existentes na natureza, o que fortalece o sistema imunológico.
A melhora do mecanismo de defesa do organismo também está associada à prática regular de atividade física, porque ela promove o aumento dos linfócitos, um dos tipos de células de defesa do organismo, que ajudam na eliminação de microganismos invasores. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a atividade física frequente na infância, com o tipo, intensidade e duração de acordo com a faixa etária (confira aqui as recomendações).

Referências:
 
1. ABUL K. Abbas e outros. Imunologia Básica – Funções e Distúrbios do Sistema Imunológico.  Elsevier, 2003.
2. CARDOSO, Ary.  A importância da nutrição para a saúde atual e futura do lactente, Revista Pediatria Moderna, fevereiro 15, volume 51, N 2.
3. Manual de Orientação.  Departamento de Nutrologia. Sociedade Brasileira de Pediatria.

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Cadeirinha no carro: qual é a escolha mais segura? Já faz 10 anos que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a resolução que regulamenta o transporte das crianças menores de 10 anos nos veículos. Foi então que os assentos infantis começaram a chamar a atenção e se tornaram parte do enxoval das famílias. Mas, ainda hoje, muitos pais demonstram dúvidas sobre os modelos mais adequados para cada idade. E outros até mesmo questionam a necessidade desses artigos no carro. Os números sobre acidentes de trânsito envolvendo crianças no Brasil reforçam o quanto o transporte dos pequenos deve ser tratado com seriedade. Entre as mortes de menores de 14 anos por acidente, os episódios relacionados ao trânsito são os mais frequentes, segundo dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus). Nesse contexto, o uso de assentos infantis constitui uma medida de segurança importante. Eles podem evitar, por exemplo, que a criança seja arremessada do carro no caso de uma colisão.

Sete passos para evitar acidentes domésticos com as crianças

Você sabia que os acidentes representam a principal causa de morte em crianças de 1 a 14 anos no Brasil? Todos os anos, por causa desse problema, quase 4 mil mortes e 120 mil hospitalizações são registradas no País nessa faixa etária, segundo dados do Ministério da Saúde. E mais: cerca de 90% desses acidentes poderiam ser evitados a partir de medidas preventivas. Afinal, muitas dessas ocorrências se dão na própria casa da família, lugar onde a criança deveria ter liberdade para circular, explorar e se desenvolver com segurança.
Então, vale a reflexão: como equilibrar a necessidade de autonomia das crianças com o risco de exposição a situações de risco? Em primeiro lugar, é importante lembrar que o ambiente precisa estar preparado para a chegada de uma criança com curiosidade aguçada e natureza investigadora, aventureira. Mas esses pequenos também têm, é claro, uma percepção limitada sobre o ambiente onde estão e os potenciais perigos que ali se encontram, o que favorece os acidentes.

Quando nasce, o bebê ainda possui o sistema imunológico muito imaturo. O leite materno, além de ser uma excelente fonte de nutrientes, ajuda a proteger os pequenos contra infecções, já que por meio da amamentação, eles recebem os anticorpos que a mãe produziu ao longo de sua vida¹. O colostro, primeiro leite produzido no pós-parto, oferece todos os nutrientes necessários que o bebê precisa, além de proteger contra infecções respiratórias, diarreias, alergias, otites e outras doenças na infância. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os bebês recebam exclusivamente o leite materno até os seis meses de idade².

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